ONU já prestou assistência alimentar a 286 mil pessoas afetadas pelos sismos na Venezuela
Segundo o último balanço atualizado divulgado pelas autoridades, 6.438 pessoas faleceram e 86.358 pessoas foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.
Segundo o último balanço atualizado divulgado pelas autoridades, 6.438 pessoas faleceram e 86.358 pessoas foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.
O Programa Alimentar Mundial já distribuiu alimentos a milhares de pessoas e prepara-se para alargar a operação de emergência.
O surto de ébola da República Democrática do Congo não parece dar tréguas. Um responsável da ONU diz que o vírus está a ganhar terreno e que "o mundo precisa de acordar".
O Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas distribuiu, esta quarta-feira, ajuda alimentar nas zonas mais afetadas pelos sismos na Venezuela. Numa primeira fase, foram apoiadas 1.200 pessoas em La Guaira, umas das regiões mais devastadas pelos abalos de há uma semana.
Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU tem 3.000 toneladas de alimentos disponíveis para distribuição no país.
A administração Trump acionou também o envio de duas equipas de busca e salvamento dos bombeiros do condado de Fairfax (Virgínia) e de Los Angeles (Califórnia).
Com a chegada das temperaturas mais elevadas, a investigadora Paula Teixeira alerta para a necessidade de reforçar os cuidados com a conservação e preparação dos alimentos. Hoje assinala-se o Dia Mundial da Segurança Alimentar.
O conflito que o Exército do Sudão e os paramilitares das Forças de Apoio Rápido travam desde 2023 transformou aproximadamente dois terços da população do país em requerentes de ajuda humanitária.
O Programa Alimentar Mundial alerta que, se o conflito se mantiver até junho, mais 45 milhões de pessoas passarão fome aguda, além dos 320 milhões que já enfrentam a fome em todo o mundo.
A agência das Nações Unidas para a infância (UNICEF) indicou que o ataque tinha matado mais de 10 crianças entre os cinco e os sete anos, enquanto as autoridades alinhadas com o exército estimavam o número de mortos em 79, incluindo 43 crianças.
O custo estimado para alimentar 110 milhões de pessoas é de 13 mil milhões de dólares.
Os camiões do Programa Alimentar Mundial, da ONU, começaram a chegar à Faixa de Gaza, na quarta-feira.
Os talibãs indicaram que as equipas de resgate continuam a trabalhar na zona afetada pelo terramoto, onde já ocorreram várias réplicas.
Já o Ministério da Saúde do enclave, controlado pelo grupo islamita palestiniano Hamas, contabiliza 227 mortes por fome até à data, das quais 103 eram crianças
Os signatários da carta acrescentam que os seus trabalhos em Gaza poderão ser interrompidos de forma total, tendo alertado para o consequente impacto.
A Faixa de Gaza, com uma população de cerca de 2,1 milhões de habitantes, foi sujeita a um bloqueio de ajuda (alimentos, medicamentos e outros bens básicos, como combustível) durante quase três meses, até que Israel permitiu o acesso limitado a bens na semana passada.